FACESP TRAZENDO O DIREITO À SAÚDE ENQUANTO EIXO CENTRAL


“Trabalho HERCÚLEO para chegar nesse grupo completo e de altíssima competência! Certamente, uma estrutura técnica de apoio e trabalho nunca vista para a consolidação de uma Política Pública no BRASIL!” (Prof. Dr. Adriano Conrado Rodrigues, Vice-Presidente do CREFITO – 3)

Por Alaor Vieira (SMA/FACESP) / (ASCOM FACESP)

18/08/2020 13:30

A FACESP atua nas instâncias de Controle Social da Função Administrativa da Saúde (Conselhos de Saúde), para lutar pela garantia do direito à saúde de todos. Presentes em todas as Regiões adstritas de Saúde no Estado, incluindo trabalhadores na saúde (reconhecidos mundialmente como “trabalhadores essenciais”).

Também protagonizamos trabalhos com a Frente em Defesa do SUS para educação permanente em saúde e educação permanente para a cidadania no exercício pleno do Controle Social. Pra além disto, a FACESP defende a regionalização da Saúde com controle e participação social; algo que deveria estar realizado desde 1988 quando foi fundado SUS. Estão em estudos no Departamento Regional de Saúde Grande São Paulo o projeto político para esta finalidade.

Na alçada Estadual, a FACESP conta com atores(as) no Conselho Estadual de Saúde de São Paulo e em outras instâncias da Saúde, como temos o camarada Alaor Vieira conselheiro de saúde pelos usuários do SUS e no Comitê de Ética em Pesquisas em Seres Humanos da Faculdade de Saúde Pública da USP. Desde 2015 ele tem apreciado e avaliado com profundidade as estruturas das redes de atenção à saúde do país, sendo ativista na 15ª Conferência Nacional de Saúde e 16ª Conferência Nacional de Saúde, acumulando trabalhos nas esferas municipais e Estadual. Exerceu dois mandatos consecutivos no Conselho Municipal de Saúde de Ribeirão Pires, atingindo grandes feitos, sendo importante o destaque para a “reformulação do processo de gestão da saúde no território que estava enraizado nas práticas higienistas do século passado;” (ponderou Vieira) culminou na mudança do nome de “Secretaria de Saúde e Higiene”, para ‘Secretaria da Saúde.’ Participou da equipe da Secretaria de Saúde no 33º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo e concorreram ao 9º Premio David Capistrano, título dado para experiências exitosas em saúde (16ª Mostra). Defenderam ao ‘Estratégia Médica de Atenção Domiciliar’ (EMAD) conhecido popularmente como “Melhor em Casa”.

Alaor também participou da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde, realizada em 2018, com o objetivo central de “Propor diretrizes para a formulação da Política Nacional de Vigilância em Saúde e o fortalecimento de ações de Promoção e Proteção à saúde”.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE / PREVENÇÃO À SAÚDE

A Constituição estabelece a “Saúde como Direito de Todos e Dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. A Vigilância em Saúde é responsável pela informação e intervenção que possibilitam a redução de riscos e promoção da saúde nos territórios, articulando-se às Redes de Atenção à Saúde. Trata-se de uma função essencial do SUS e considera os complexos fenômenos econômicos, ambientais, sociais e biológicos que determinam o nível e a qualidade da saúde das brasileiras e dos brasileiros, em todas as idades, visando controlar e reduzir riscos.

O tema central “Vigilância em Saúde: Direito, Conquista e Defesa de um SUS Público de Qualidade” orientou as discussões que possibilitaram os debates em torno das linhas gerais de uma política pública: “O lugar da Vigilância em Saúde no SUS”; “As Responsabilidades do Estado e dos governos com a vigilância em saúde”; “Os Saberes, Práticas, processos de trabalhos e tecnologias na vigilância em saúde” e “A Vigilância em saúde participativa e democrática para enfrentamento das iniquidades sociais em saúde”, e permitiu um olhar para a vigilância em saúde como uma das estratégias para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, para garantir o desenvolvimento nacional, erradicar a pobreza e a marginalização, reduzir as desigualdades sociais e regionais e promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Pela primeira vez a vigilância em saúde foi tema de discussão e deliberação não só entre trabalhadores/trabalhadoras, gestores/gestoras de saúde e a academia, mas mobilizou e ouviu os usuários e as usuárias da saúde. Foi uma oportunidade singular de aprofundamento do diálogo na sociedade a respeito de um modelo de atenção à saúde que seja voltado para a redução do risco da doença e de outros agravos, onde a promoção, proteção e prevenção ocupem o mesmo patamar e recebam a mesma importância do que a recuperação e a assistência, sejam integradas às Redes de Atenção à Saúde e tenham o seu financiamento específico, permanente e suficiente. (Fonte ASCOM/CNS).

Ficamos na responsabilidade de priorizar ações pela garantia das condições das ações de Vigilância e a estruturação intersetorial envolvida, promovendo a integração das partes. O Conselheiro também participou da 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena na etapa do Distrito Sanitário Especial Indígena Litoral Sul (DSEI 17 – Curitiba).

Etapa Local da 6ª CNSI Tenondé Porã

E as etapas locais da 6ª Conferência Nacional de Saúde indígena seguem a todo vapor!Nos dias nove e dez de outubro, a etapa foi realizada na Tekoa Tenondé Porã no estado de São Paulo. Estiveram presentes lideranças e representantes das aldeias Tenondé Porã, Tape Miri, Krukutu, Brilho do Sol, Kalipaty e Tekoa Porã, além das aldeias Yvy Porã, Ytu, Pyau, Itakupe e Itaendy da região do Jaraguá.

Posted by Condisi Litoral Sul on Wednesday, October 24, 2018

CARAVANA EM DEFESA DO SUS

Acumuladas estas bagagens de conhecimentos e com fulcro nas normas fundamentais do SUS, Vieira passou a atuar em função de se promover a revisão das Diretrizes constitucionais do SUS e atuar em função dos propósitos apresentados, todos objetos de produtos das etapas conferenciais de saúde dos últimos 5 anos. E para garantir ao processo de educação permanente, montaram um grupo de trabalho, que culminaram nas ações da Caravana Em Defesa do SUS, que atuam como uma mega-seminário itinerante perpassando periodicamente cada uma das cidades de cada região adstrita de saúde. Trabalho este, que envolvem pesquisadores/cientistas e grandes nomes da Saúde e Vigilância; também contam com apoio de diversas Universidades.

Dada a pandemia coronavírus estes trabalhos itinerantes foram suspensos; meditamos a realização de uma edição especial através de Live via internet para todo o país. Estamos elaborando um programa de Rádio e TVip para a Caravana em Defesa do SUS. Em face de um Ato inconstitucional praticado pelo Governo do Estado de São Paulo que culminou na suspensão temporária dos trabalhos do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo, Alaor Vieira junto aos seus pares no VII Ato destas Plenárias Livres de Delegados, Conselheiros e Ativistas em Defesa do Sistema Único de Saúde, partiram pra iniciativa ampliada da realização de ações de blitz em fiscalização; com apoio de alguns Conselhos de Classe Profissional, como o COREN SP, o CREFITO 3 entre outras instituições e movimentos de saúde do Brasil. Estas ações foram amplamente difundidas por veículos de comunicação nacionais e internacionais. Vários dos produtos destas ações estão em âmbito do Poder Judiciário e norteiam as ações da Polícia Federal.

Alaor promoveu há poucos meses os processos de implantação de dois importantíssimos e fundamentais grupos de trabalhos intersetoriais, para efetivamente enfrentarmos a pandemia coronavírus e outras epidemias deflagradas neste Estado. Observada que pandemia do COVID-19 se trata de uma doença de impacto ambiental e de origem ambiental, acumulou um vasto acervo memorial da Organização Mundial da Saúde (OMS) e passou a desencadear trabalhos para estas finalidades. Atuando na contramão das práticas dos processos da gestão da Saúde no Estado de São Paulo, que é “orquestrada” (desde a formação na Academia, até para com as práticas dos profissionais; e incutida na mente das pessoas através dos veículos de comunicação de grande impacto) pela indústria química, laboratórios farmacêuticos e fabricantes de equipamentos para Centros de Terapias Invasivas; e por interesses de reservas de mercado por parte de alguns empresários.

“- São Paulo é hospitalocêntrica e medicamentosa! As pessoas neste Estado, estão habituadas culturalmente a lutar por ter direito a um leito de internação, um hospital e remédios. É cultural! Não lutam pelo direito de serem e estarem saudáveis. Batizei de ‘geração omeprazol” (conotando aos males que este e outros medicamentes trazem ao organismo, num processo de círculo vicioso de dependência de drogas) (Desabafou Vieira)

Passamos a exercer defesa do conceito One Health (Saúde Única), integração entre a saúde humana, a saúde animal, o ambiente e a adoção de políticas públicas efetivas para prevenção e controle de enfermidades trabalhando nos níveis local, regional, nacional e global. Pra resolver toda esta problemática, tanto pela pandemia quanto esta cultura negativa, adotou medidas que culminaram num rompimento de paradigmas:

ROMPENDO COM PARADIGMAS SOCIAIS

Grupo de Trabalhos Intersetoriais de Vigilância Sanitária, Farmacoepidemiologia e Imunizações – GT VSFI

Para a efetivação da integralidade e intersetorialidade das ações de prevenção da saúde, foi instalado este fundamental grupo de trabalhos, que deve elaborar o Plano Diretor de Vigilância em Saúde e pela revisão e atualização do Código Sanitário do Estado de São Paulo e Código de Saúde; embora tenha dispositivos para garantir as suas devidas revisões e atualizações a cada 5 anos nunca foi feito! (Justificou Alaor Vieira). Não obstante, foi disposta enquanto tarefa para este grupo a articulação para o desenvolvimento de um Protocolo Estadual de Desinfecção e Limpeza do Sistema de Transporte Público de Massa; onde temos nestes espaços o maior risco de contaminação de proliferação da pandemia coronavírus, entre outras endemias. Estimamos também a capacitação dos atores para o georreferenciamento universal da saúde (Plataforma ESRI – ArcGis Internacional), algo que o Brasil pactuou com a Universidade de Coimbra, PT desde 2009 e até hoje não está operacional e difundido. O Sistema ESRI é hoje a ferramenta mais importante do mundo pra monitorar surtos epidêmicos, entre outros. Prezamos também pela participação do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA USP).

Na proposta deste grupo de trabalho, temos o apoio do camarada Wanderley Gomes da Silva, Coordenador Nacional da Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde do Conselho Nacional de Saúde (CNS), diretor da CONAM (Convidado Permanente). O Grupo elenca colegiados de vasta expertise, vivências e experiências diversas. Tem o comando do ilustre colegiado Marcelo Fernandes da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo; conta com os pares Carlos Rotea Jr da Associação Diabetes Juvenil, Daniela Galli do Conselho Regional de Fonoaudiologia e Sílvio Ballan da Federação Estadual das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais. Tem elencados enquanto convidados permanentes, Alaor Vieira da FACESP, Coordenador da Comissão de Políticas de Saúde e Acompanhamento dos Instrumentos de Planejamento do SUS deste Estado. Conta com o apoio técnico: Dra. Brigina Kemp da Associação de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo “Dr. Sebastião de Moraes” (COSEMS SP); Dr. Economista Jair de Abreu Leme Jr. da Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) & Fórum de Portadores de Patologia do Estado de São Paulo (FOPPESP); Dra. Raquel Rizzi do Fórum dos Conselhos de Atividades fim da Saúde de São Paulo & Conselho Regional de Farmácia (CRF); camarada Maria José Martins de Souza da Fundação para o Remédio Popular (FURP #EuDefendoaFURP); Prof.ª. Dra. Marta Marcondes, bióloga e pesquisadora do Índice de Poluentes Hídricos (IPH) do Estado de São Paulo da Universidade São Caetano do Sul (USCS); Prof.ª. Viviane Alves, Engenheira Civil e Sanitária da Universidade Metodista; estima a participação do Departamento Intersindical Estudos Pesquisas de Saúde e Ambientes de Trabalho (DIESAT). Intersetorialidade Técnica: Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN); Coordenadoria de Planejamento de Saúde (CPS); Coordenadoria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos de Saúde (CCTIES); Coordenadoria de Assistência Farmacêutica (CAF); Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD); Centro de Vigilância Sanitária (CVS); Divisão Técnica de Vigilância Sanitária do Trabalho-Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (DVST/CEREST); Divisão de Meio Ambiente (DMA); Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” (CVE) e o Instituto Butantan. Este grupo de trabalhos intersetoriais deve avançar no transcorrer das suas tarefas, para constituir-se na Comissão Intersetorial de Vigilância Sanitária e Farmacoepidemiologia, determinada pela Lei Federal 8.080/90 Art. 13, inciso III. Uma correição do processo de gestão do SUS no Estado de São Paulo em conflito com a norma fundamental do SUS. E avançar para a Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde – One Health.

Grupo de Trabalhos Intersetoriais de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde

As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) são tratamentos que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para prevenir diversas doenças como depressão e hipertensão. Em alguns casos, também podem ser usadas como tratamentos paliativos em algumas doenças crônicas. Estas práticas integrativas e complementares são também fundamentais no tratamento dos pacientes vitimados pela SarsCov 2 (síndrome respiratória do novo coronavírus) e também para com o Direito à Saúde Integral, direito de sermos e estarmos saudáveis; além de complementarem nas ações de assistência à saúde da população.

A Comissão de Políticas de Saúde e Acompanhamento dos Instrumentos de Planejamento do SUS neste Estado, ficaram na incumbência de se formar um “fórum permanente de base para estas práticas integrativas em saúde” que identificou a RedePics SP; que tem como objetivos: Gerar informações; produzir esclarecimentos; divulgar as PICS no âmbito (municipal, estadual e federal); contribuir e dialogar com membros da RedePics nacional e com o Ministério da Saúde através da Coordenação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares; participar de atividades dos Conselhos de Saúde Estadual e Municipais; participar de atividades da Comissão Intersetorial de Promoção, Proteção, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde do CNS (Conselho Nacional de Saúde); participar de atividades relacionadas a leis e projetos de lei no estado e municípios articulados com a Frente parlamentar de práticas integrativas em saúde na Câmera Federal. Nesta Rede estão elencados profissionais de todas as práticas integrativas em saúde, homologadas; distribuídos geograficamente por todo território do Estado de São Paulo. Uma Academia de Ciências, Viva.

Do Grupo de Trabalhos Intersetoriais de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, sob a coordenação dos trabalhos do colegiado Dr. Adriano Conrado, Vice-Presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional 3ª Região; Coordenação adjunta do Conselheiro Dr. Durval Rodrigues, Biomédico do Fórum dos Conselhos de Atividades Fim da Saúde de São Paulo & Conselho Regional de Biomedicina 1ª Região; Conselheiro José Gimenez, da CNBB; Conselheiro Guilherme Giuseppin, Psicólogo da CUT. Indicamos para Representatividade da Gestão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, para a condução dos trabalhos para esta futura pasta (Coordenadoria) a pessoa do Ilustre Dr. Marco Antonio de Moraes, Diretor Técnico de Saúde da Divisão de Doenças Crônicas do CVE/SES-SP integrante da Rede PICS SP e Rede PICS Brasil.

Convidados permanentes: Conselheiro Alaor Vieira FACESP integrado à Rede PICS SP; Dr. Armando de Negri Filho, Médico. Especialista em Medicina de Emergências. Mestre em Epidemiologia, em Saúde Global e em Gestão Clínica. Doutor em Política e Sistemas de Saúde. Coordenador Geral da Rede Brasileira de Cooperação em Emergências – RBCE. Coordenador Executivo do Fórum Social Mundial da Saúde e da Seguridade Social. Delegado e Membro do Painel /Mecanismo de Especialistas em Direito ao Desenvolvimento do Conselho de Direitos Humanos da ONU para América Latina e Caribe. Organização das Nações Unidas do Brasil (Fórum Social Mundial e ONU); Dr. Nélson Filice, Cientista do Laboratório de Práticas Alternativas, Complementares e Integrativas em Saúde (LAPACIS), do Departamento de Saúde Coletiva, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas (DSC/FCM/Unicamp); Dra. Ana Cristina de Sá, Ex Coordenadora do GT de PICS do COREN-SP e Ex CPICS COFEN; Dra. Eliseth Leão, Especialista em Saúde Pública e em Terapia Floral. Mestrado e Doutorado pela USP na temática musicoterapia e dor. Pós doutorado pela Universidade de Estrasburgo (França) sobre música e idosos institucionalizados. Autora do livro Cuidar de Pessoas e Música: uma visão multiprofissional. Pesquisadora e docente de pós-graduação do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein com pesquisas em Dor e Medicina Tradicional Indígena. Líder do grupo de pesquisa e-Natureza: estudos interdisciplinares sobre conexão com a Natureza, Saúde e Bem-estar (CNPq); representando o Instituto Albert Einstein; Psicóloga Maria Ermínia Ciliberti e Dra. Mariana Melo, Economista em Saúde, ambas do COSEMS SP; Dra. Maria Angelina Pereira, especializada na prática da Biodanza / Biodança, coordenadora Estadual da Rede PICS SP; Dra. Flávia Placeres, Naturóloga / Naturopata, Membro na Comissão Intersetorial de Promoção, Proteção, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Rede PICS Brasil e Rede PICS SP); Dr. Maury Massani, Biomédico especialista em Medicina Tradicional Chinesa e Acupuntura, da Associação Biomédica de Acupuntura & CRMBio 1; Dra. Elenice Conceição, Psicologa e Terapeuta Comunitária Integrativa e Dra. Fabiana Seki Gava, Enfermeira e Terapeuta de Florais ambas do Núcleo de Educação Permanente em Saúde da Secretaria de Saúde de Osasco; Dr. Derly Miranda, Aromaterapeuta, da Rede PICS SP; Músico Adriano Comenale, Musicoterapeuta do SUS na capital paulistana, integrado à Rede PICS SP, da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM); Dr. Paulo Gouvea, Termalismo Social/Crenoterapia (Rede PICS SP); Dra. Maria Emília Gadelha Serra, da Ozonioterapia 1ª Diretora-Presidente da Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ), fundadora e atual Presidente da Sociedade Brasileira de Ozonioterapia Médica (SOBOM), Membro do Comitê de Produtos Naturais do Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSin); Dra. Érica dos Santos, da Meditação representando o COREN SP; Dra. Nathália Borges, Reflexo terapeuta da Associação Paulista de Naturologia; Prof. Dra. Valéria Rodrigues, Arteterapeuta, do Grupo Arte e Formação de Educadores do Instituto de Artes da Unesp; Dr. Ricardo Ghelman, especialista em Medicina antroposófica/antroposofia aplicada à saúde, Médico pediatra e da família com atuação como prática clínica, pesquisa e ensino na medicina Antroposófica há mais de 25 anos, pós Doc na Unifesp com medicina antroposófica, no SUS na Pediatria do HCFMUSP e presidente do CABSIn – Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa; Dra. Bianca Morais, especialista em Plantas medicinais e Fitoterapia (Rede PICS SP); Dra. Carmencita Ignatti, Enfermeira do Reiki, COREN SP; Dra. Margarete Mota, pela Ayurveda (Rede PICS SP); Dra. Tatiana Marroco, representando a Yoga (Rede PICS SP); Dra. Silvana Nagai, Imposição de mãos (Rede PICS SP); Dra. Karina Pavão, Médica Homeopata da UNESP; Dra. Raquel Bacchiega, Advogada defensora das Praticas Integrativas e Complementares em Saúde no Brasil e especializada na Cromoterapia do Sindicato Nacional dos Terapeutas Naturistas; Dra. Vivian Malva, representando a Dança circular pela Sociedade Brasileira de Naturologia; Dra. Sílvia Sabbag, pela Shantala da Universidade Anhembi Morumbi; Dra. Maria Celeghin, Geoterapeuta da Universidade do Sul de Santa Catarina; Dr. Walter Canoas, pela Constelação Familiar, da Associação Paulista de Homeopatia; Dra. Camila Carneiro da Bioenergética, pela UNIFESP; Dr. Timothy Hasegawa, Fisioterapeuta Osteopata e Dra. Inês Nakashima, Fisioterapeuta Quiropraxia, ambos do CREFITO 3; Dr. Nélson Granado, Hipnólogo, Diretor da Sociedade Beneficente e Filantrópica de São Paulo; Dra. Josiane Engelmann, Farmacêutica e Acadêmica de Medicina, pela Apiterapia, representando a Universidade Nove de Julho; Maria José Martins de Souza da FURP e Luísa Ivana, Nutricionista, praticante das Plantas Medicinais e fitoterapia, Presidente do Conselho de Saúde de Osasco, Membro do Grupo de Articulação Nacional de Educação Popular em Saúde de SP, nossa poetiza militante do SUS. Assim foi construído num árduo processo de trabalhos o agrupamento destas mentes brilhantes das academias de ciência da saúde, para com o propósito dos trabalhos com as Práticas Integrativas em Saúde no Estado de São Paulo. Do objeto central dos trabalhos deste grandioso grupo, temos a missão de se criar e instalar a Política Estadual de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde do Estado de São Paulo (PEPICS SP); além da difusão das informações sobre as práticas da saúde, bem-estar e qualidade de vida.

“Quando o universo conspira à favor, é lindo podermos acordar e ao abrir nossas janelas mentais, podemos observar ao jardim; nele podermos contemplar a beleza das diferenças e mais belo ainda quando florescem” (Alaor Vieira).

Convidada permanente especial: Conselheira Nacional de Saúde Simone Leite, Coordenadora da Comissão Intersetorial de Promoção, Proteção e Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (CIPPPICS SUS), em representatividade da Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular e Saúde (ANEPS). Intersetorialidade Técnica: SUCEN; Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP); Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFM Botucatu); Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília (HCFM Marília); Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (HCFMUSP RP); Fundação Oncocentro de São Paulo (FOSP); FURP; CPS; Coordenadoria de Gestão Orçamentária e Financeira (CGOF); Coordenadoria Geral de Administração (CGA); Coordenadoria de Recursos Humanos (CRH); CCTIES; Coordenadoria de Gestão de Contratos de Serviços de Saúde (CGCSS); CAF; CCD; Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS); Coordenadoria de Regiões de Saúde (CRS); DVST/CEREST; CVE e Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE) Hospital do Servidor Público.

“Mediamos assim a composição do Grupo de Trabalhos supra; com destaque para o grau de intersetorialidade estimada em face de que as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, perpassam pra além do escopo organizacional da própria Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.” (Alaor Vieira). O CABSIn é uma rede colaborativa de pesquisadores, universidades e instituições de pesquisa de todo o Brasil na área de Medicina Tradicional, Complementar e Integrativa (MTCI), abordagem que integra medicina convencional e recursos complementares com base em evidências científicas. “Estimamos esforços para a finalidade de ser elaborado um congresso envolvendo todo o complexo do Sistema Único de Saúde no Estado de São Paulo e as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde que seja ambivalente, para assim promovermos a inclusão destes profissionais e trazer-lhes os conhecimentos sobre o SUS e suas políticas e rotinas.” Concluiu: Alaor Vieira.

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