Movimentos Sociais levam solidariedade a Palestina e denunciam plano criminoso de Israel e EUA


Publicada dia 13/02/2025 20:59

Na manhã de hoje (13), mais de 100 manifestantes se reuniram em frente ao Consulado dos Estados Unidos, em São Paulo, para prestar solidariedade ao povo palestino e protestar contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. que afirmou recentemente que tomará “a Faixa de Gaza” e que os palestinos serão “reassentados em comunidades muito mais seguras e bonitas, com casas novas e modernas, na região”, fora da Palestina.

A proposta de que Washington poderia tomar o controle do território palestino, agrada em cheio o governo corrupto e fascista de Benjamin Netanyahu, pois oficializa uma limpeza étnica da população palestina e torna os palestinos um povo apátrida em seu próprio território, ou tendo que se refugiar forçadamente no Egito e Jordânia, cujos países são ameaçados com medidas de retaliação econômica, caso não recebam os palestinos.

Na manifestação, os cartazes endereçados a Trump e Netanyahu, diziam que a “Palestina não está à venda”; “Gaza é do povo Palestino”; e “Do rio ao mar, Palestina Livre já!”. Conforme afirmou Soraya Misleh, coordenadora da Frente em Defesa do Povo Palestino em São Paulo, “o protesto desta manhã foi “uma ação unificada ampla coordenada diante da urgência no momento”.

A CONAM, que também assinou o chamado do ato, juntamente com o CEBRAPAZ, UBM, CTB, ALBA – Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, entre outras registrou fala através de seu diretor, Tonhão, dizendo: “as associações de moradores representadas pela CONAM reiteram absoluta solidariedade ao povo palestino e repudiam o sionismo de Israel e o imperialismo dos EUA, que combinados, estabelecem um neonazismo…”

O ato transcorria normalmente, com discursos fortes e palavras de ordem até que uma figura desqualificada, o ex-dep. estadual/SP, Douglas Garcia (União Brasil), chegou à manifestação, gerando tumulto entre os manifestantes. O ex-parlamentar bolsonarista foi enxotado e retirado por policiais militares. A PM do direitista Tarcísio também criou tensão no ato, fazendo abordagens injustificáveis a manifestantes, mas nenhum incidente mais grave foi registrado.

por Tonhão – Comunicação FACESP

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