Centrais Sindicais e Movimentos Populares inauguram 2020 com Luta!


No primeiro ato unificado – de uma série – puxado pelo movimento sindical, centenas de trabalhadores, ativistas de movimentos sociais e partidos populares foram ao centro de São Paulo (03/02) manifestar o seu repúdio contra a política de recessão e retrocessos aplicada por Bolsonaro e Paulo Guedes. O protesto se concentrou, não por acaso, em frente ao MASP – na Av. Paulista – e seguiu até a sede da FIESP, onde seu presidente, Paulo Skaf receberia Bolsonaro para um almoço. Apesar da chuva, os manifestantes não arredaram pé e bateram muita panela vazia contra o aumento do custo de vida.

Vale ressaltar que o comportamento de Skaf a frente da FIESP passa por muitos questionamentos internos, feitos principalmente pelo seu antecessor, Horácio Piva, primeiro por partidarizar a Entidade em prol do governo, ao mesmo tempo que usa seu tempo na criação de um novo partido para Bolsonaro e sua família. Segundo, que o governo apoiado por Skaf, desprestigia completamente a indústria nacional, com falta de investimento, perseguição á empresas via lava jato, e agora com a ameaça de Guedes de realizar compras governamentais de estrangeiros, deixando de lado empresas brasileiras que contribuíram entre 2006 e 12016 com 12% do PIB, além da geração de milhares de empregos.

Diversas lideranças dos trabalhadores registraram a manutenção do desemprego, a precarização do trabalho, o fim dos direitos trabalhistas e da aposentadoria, a desvalorização dos servidores públicos, exemplificando a crise do INSS, e o sucateamento dos serviços á população pelo constante corte de investimentos. Também foi lembrado pelos ativistas que o projeto de Bolsonaro significa a recolonização do Brasil por potências estrangeiras, renegando a soberania nacional e jogando a grande maioria do povo na mais extrema miséria.

Para Tonhão que esteve no ato, representando a CONAM e suas filiadas como FACESP e MDM, “já é nítido os resultados desse governo para nós, os de baixo: aumento de moradores em situação de rua, desemprego, trabalho precário e sem direitos, aumento das desigualdades, menos dinheiro para saúde, educação e moradia”. Segundo ele, soma-se a isto: “uma perseguição aos movimentos sociais, aumento de assassinatos de lideranças populares, censura a livre manifestação e a cultura, ameaça a liberdade de imprensa, formando um conjunto de riscos a democracia”

Ato em Defesa do Emprego, dos Direitos e Contra a Desindustrialização do Brasil (03/02/2020)

No primeiro ato unificado – de uma série – puxado pelo movimento sindical, centenas de trabalhadores, ativistas de movimentos sociais e partidos populares foram ao centro de São Paulo (03/02) manifestar o seu repúdio contra a política de recessão e retrocessos aplicada por Bolsonaro e Paulo Guedes.

Posted by Facesp on Wednesday, February 5, 2020

 Matéria por Tonhão – Diretor de Comunicação FACESP e CONAM


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