OMS enfrenta mercantilização da saúde com o tema: “Ação Global pela Cobertura Universal em Saúde”


Publicada dia 08/04/2026 15:54

O Dia Mundial de Saúde (7 de abril) foi celebrado com um ato público em defesa do SUS nesta terça, às 9h30, em frente ao Theatro Municipal de São Paulo, no centro da capital. A manifestação foi organizada por sindicatos, centrais, partidos e movimentos sociais como a FACESP e Movimento Saúde pela Democracia + SUS é + Brasil. O evento contou com aula pública e caminhada até a Prefeitura para protestar contra a privatização e o sucateamento trazido pela invasão das OSs que tem desmantelado a saúde pública na cidade de São Paulo.

O ato teve como pautas: a Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), crítica à privatização, valorização dos trabalhadores, exigência de concursos públicos e denúncia do sucateamento na saúde da capital e do estado. O diretor de saúde da FACESP, Francisco Freitas, falou que “o ato visa reafirmar a saúde como direito universal e protestar contra a gestão de serviços por entidades privadas (OSs) no município e estado de São Paulo, deixando grande parcela da população desprovida do atendimento integral à saúde.

Para a FACESP que esteve representada por Cláudio Cobos, Conselheiro Municipal de Saúde – Capital, Tadeu, Conselho de Saúde – Itaquaquecetuba, Nice Couto, Fábio Chagas, João Cassiano e Tonhão, entre outros, um ato como este é sempre um momento de diálogo com a população e de denúncia dos ataques à saúde pública, promovidos pelo governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), no estado e pelo governo Ricardo Nunes (MDB), na capital. Eles formam uma dupla completamente insensível a dor do povo e perfeitamente adaptados aos interesses do mercado e setor privado.

Para denunciar o descaso com a população, além do ato, também houve o lançamento de uma carta-manifesto que aponta a necessidade urgente de garantir, na prática, a cobertura universal da saúde, como defende a Organização Mundial da Saúde (OMS), ao mesmo tempo que indica o sucateamento, a falta de investimentos e as ameaças de privatização total da saúde caracterizando um direito como mercadoria. A Carta foi assinada por entidades como: CTB, CUT, Sindsep, Comissão Justiça e Paz – SP, FMP, UBM entre tantas outras.
por Tonhão – Comunicação FACESP

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