Ato em Defesa da Soberania dos Povos: Contra o Imperialismo e Pela Paz Mundial


Publicada dia 29/01/2026 17:30

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), em união com um vasto leque de entidades dos movimentos sociais, organizou neste 24 de janeiro um ato vigoroso de apoio e solidariedade à Revolução Cubana e ao povo venezuelano. Estiveram presentes Freitas e Tonhão pela FACESP – Federação das Associações Comunitárias do Estado de SP, representando a força organizada das comunidades; o Movimento Nacional Saúde Pela Democracia, guardião do direito à saúde e a CONAM – Confederação Nacional das Associações de Moradores, voz histórica da luta por reforma urbana e políticas públicas. Juntas, estas forças populares constroem um cenário de resistência e solidariedade, que nesta data carrega um significado especial: a celebração do aniversário do eterno revolucionário e poeta cubano, José Martí, cujo legado de amor à pátria e à liberdade ilumina nossa luta contra o imperialismo.

O encontro foi marcado por profunda emoção ao render homenagem aos 32 agentes de segurança cubanos, brutalmente assassinados enquanto cumpriam o nobre dever de proteger o Presidente constitucional da Venezuela, Nicolás Maduro. Este ato bárbaro é um capítulo sombrio na escalada de agressões que buscam desestabilizar nações soberanas. Sua memória se une, hoje, ao exemplo de Martí, que bem compreendia o preço da soberania.

A FACESP denuncia com veemência a política externa nefasta e intervencionista do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de seus asseclas. Seu governo é um período de trevas, marcado por violência, truculência e desrespeito ao Direito Internacional. O sequestro do Presidente Maduro e de sua esposa constituem um ato de guerra e uma afronta direta à soberania. Mas as atrocidades não param aí.

Trump, com suas declarações dementes e ações psicopáticas, ameaça a paz mundial de forma sistemática, Proferindo ameaças de anexação contra países vizinhos como o Canadá, insinua a compra da Groenlândia como se territórios e povos fossem mercadoria, e lança ultimatos belicosos. Seu governo instrumentaliza miseravelmente a economia como arma, aplicando tarifas punitivas e coagindo nações com seu poderio bélico, promovendo uma nova forma de colonialismo que Martí tanto combateu.

Essa sanha agressiva não poupa sequer o povo americano. Em solo estadunidense, Trump alimenta o ódio e a divisão social, atrofiando políticas de saúde pública em plena pandemia e desregulamentando direitos trabalhistas, enquanto beneficia os mais ricos. Contudo, seu alvo preferencial de crueldade são os milhares de imigrantes. Famílias são separadas à força, crianças são mantidas em gaiolas, em centros de detenção insalubres. A política de “Tolerância Zero” é um monumento à desumanidade, um crime contra a dignidade humana.

Enquanto isso, Cuba, heroica e resiliente, segue sofrendo com o criminoso bloqueio econômico imposto pelos EUA há mais de 60 anos. Este é um ato de guerra não declarada, um cerco destinado a estrangular uma nação soberana. O bloqueio é a principal violação dos direitos humanos do povo cubano. No dia do aniversário de José Martí, reafirmamos que sua ilha não está e nunca estará sozinha.

Os movimentos sociais reunidos, reafirmam o compromisso inquebrantável com a autodeterminação dos povos e com a solidariedade internacionalista, inspirados pelo ideário Martiano de “Pátria é Humanidade”. Seguimos na luta para derrubar o bloqueio a Cuba, defender a soberania da Venezuela e de todas as nações agredidas. A luta dos povos é una, e não descansaremos até que a dignidade e a soberania sejam verdades universais. Nossa união é a trincheira mais forte contra a barbárie.

Pela Vida, Pela Soberania e Pela Paz!
Viva José Martí! Viva Cuba Livre!
Fim do Bloqueio a Cuba Já!
Fora Trump da América Latina!

por Francisco Freitas – Diretor da FACESP

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